Vinicius de Moraes

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

3 Comentários:

Almir disse...

Olá Marcos meu nome é Almir e também gosto de escrever poesias, sobretudo sonetos. Gostei muito do seu poema, romântico, rimado (passa uma sonoridade) está bem estruturado.
Tenho um blog de sonetos, crônicas e poesias.
SONETOSECIA.BLOGSPOT.COM.BR, Terei prazer em receber sua visita para conhecer alguns sonetos que escrevi. Parabéns pelo belo poema. Abraço. Almir.

Almir disse...

Olá Marcos meu nome é Almir e também gosto de escrever poesias, sobretudo sonetos. Gostei muito do seu poema, romântico, rimado (passa uma sonoridade) está bem estruturado.
Tenho um blog de sonetos, crônicas e poesias.
SONETOSECIA.BLOGSPOT.COM.BR, Terei prazer em receber sua visita para conhecer alguns sonetos que escrevi. Parabéns pelo belo poema. Abraço. Almir.

DTsantos disse...

Obrigado ALMIR PELO COMENTÁRIO,mas os poemas postados neste blog não são meu são de autores famosos,os quais gosto muito de ler as poesias deles
Meu nome não é Marcos e sim Dina

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